Bicicleta Envenenada

Era apenas um passeio na feira da cidade, assim pensava Dezinha, quando, de repente, algo aconteceu e jamais foi esquecido pela menina.
Luciene Crepalde

Luciene da Conceição Mendes Crepalde, a Dezinha, nasceu no dia 19 de setembro de 1981 em Nova Era, Minas Gerais. Terceira dos 9 filhos de Zé Domingos e Joana, teve uma infância pra lá de agitada, pra dizer o mínimo! Se você parar pra ouvir os causos dela, dá um filme – uma comédia – pra mais de 3 horas! E o bom humor é de família.

“A gente perguntava de onde vinham as crianças. Eles falavam que a cegonha mandou. E a cegonha era o avião. Quando passava avião, eu pensava que ia jogar mais criança e gritava: ‘Não joga mais criança não!!’.”

Hoje Dezinha é funcionária pública, auxiliar de serviços gerais. Casada, mãe de 2 filhos. Ela enviou pro concurso uma dessas histórias da sua infância. Deve ter sido difícil escolher só uma, mas quem conhece a Dezinha lá em Nova Era, tinha certeza que essa história dava um ótimo filme!

Diário de Bordo

Período de gravações: 20 a 22/01 de 2023

Primeiro dia de gravação

20/01/2023

Começaram as gravações! Fazem parte da equipe do IMA que está em Nova Era o diretor de fotografia Rafael Mazza, a técnica de som Yasmin Marques, Patricia Cortes na produção e Gustavo Louzada, fotógrafo, registrando tudo em fotos e vídeo. E claro, a diretora, Luciene Crepalde, a Dezinha em pessoa e sua incrível equipe local.

Detalhes de época

Dezinha tomou cuidado com os detalhes da produção de arte. Objetos e costumes da época, a década de 80. O café da manhã na roça com o queijo feito em casa e o fogão a lenha.

A casa da infância

Parte das gravações aconteceu na casa da Dona Ione que, além de locação, foi a base da equipe durante os 3 dias de filmagem. O lugar é praticamente como era na época da infância de Dezinha: o leite tirado da vaca no quintal, o queijo feito em casa (que a própria D. Ione fez pra cena do café da manhã) e a horta (de onde ela tirou essas taiobas maravilhosas que viraram almoço da galera no último dia).

Mãe, pai e Dezinha na vida real e na ficção

Seu Domingues e Dona Joaninha, pai e mãe de Dezinha são interpretados por Vitor Martins Santos e Mayra Eduarda. Os dois trabalham na prefeitura municipal de Nova Era. Vitor tem 35 anos e é motorista da secretaria da saúde, Mayra tem 32 anos e é operadora de ETA – Estação de Tratamento de Água. Emanuelle Camile Gonçalves Oliveira, a Manu, tem 9 anos e interpreta Dezinha quando criança. Durante as filmagens elas descobriram que o pai da Manu é primo da Dezinha. Ou seja, Dezinha menina e Dezinha real são primas!

Locações internas e externas

Além da casa de D. Ione, cenas externas foram rodadas na feira local e no trajeto que a personagem faz indo e voltando de sua casa até a cidade, na bicicleta com seus pais. Os três na mesma bicicleta! Por sorte a chuva deu uma trégua durante as filmagens. Dezinha jura que foi o sol que ela desenhou no chão do terreiro.

A equipe em Nova Era

Nem só de equipe técnica e elenco se faz um filme. A galera da produção (e pré-produção) que Dezinha conseguiu reunir na cidade compôs com a técnica e os atores uma equipe nota 10! Sem a colaboração fundamental e o apoio dedicado dos amigos, família, colegas de trabalho e do comércio local essa empreitada não seria possível. E não podemos deixar de mencionar Eliomar Gaiteiro, o sanfoneiro que criou uma música especialmente para o filme.

Estreia e tapete vermelho

Nova Era, MG - 15/07

No tapete vermelho: a Dezinha original; a Dezinha no filme, Manu, e uma de suas irmãs na história; Mayra Eduarda e Vitor Martins, que interpretam Dona Joana e Zé Domingues, mãe e pai de Dezinha. Na última foto, D. Joana e Dezinha no palco.

Família e amigos de Dezinha

Nova Era, MG - 15/07

Dezinha com os pais; com o marido, filhos e a neta; com a sanfona, Eliomar Gaeteiro, que fez a trilha sonora para o filme; Dezinha e o amigo Afrânio.

Homenagem

Nova Era, MG - 15/07

“A Associação dos Amigos do Bem dos Moradores do Bairro Morada dos Heróis presta esta singela homenagem a Luciene Crepalde pela sua história de vida narrada no filme ‘Bicicleta Envenenada’. Você é o nosso maior patrimônio cultural.”

Homenagem que Dezinha recebeu dos moradores do bairro onde mora.

Oficinas

Durante as oficinas, cada diretor filmou uma cena de seu roteiro usando colegas e professores como atores e técnicos. As filmagens ficaram por conta de Ana Rezende, professora e diretora de fotografia. Com a atividade, experimentaram na prática não só a direção de fotografia, como diversos aspectos de uma produção audiovisual como a execução do roteiro e plano de filmagem, produção, som, direção de arte, e direção de atores.

Lembre-se de voltar aqui após o lançamento do filme para comparar a cena imaginada com a cena final! 

Na imprensa

Diário Popular de MG

Curta Vitória a Minas II inicia gravação dos filmes
27/01/2023
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