Oficinas

De 23 de novembro a 7 de dezembro acontece, em Vitória/ES, o ciclo de oficinas audiovisuais com profissionais do cinema que orientam os participantes desta edição.

Professores

Beth Formaggini

Roteiro e direção para documentário

Documentarista, produtora e pesquisadora audiovisual. Historiadora pela Universidade Federal Fluminense, fez especialização em “Documentário e Pesquisa Audiovisual”, na Universidade de Roma. Diretora da 4Ventos que soma dezenas de trabalhos audiovisuais premiados em Festivais Nacionais e Internacionais. Curadora do Cine Armazém, lançou em 2023 a série “Memória da Mídia” no Cinebrasiltv. Em março de 2020 lançou a série “Sopro” no Canal Curta. Em 2019 lançou nos cinemas, Canal Brasil e em VOD o longa “Pastor Cláudio”, vencedor do Festival de Vitória. Em 2007 dirigiu e produziu o longa “Memória para Uso Diário”, premiado pelo Júri Popular do Festival do Rio. Em 2015 realizou “Xingu Cariri Caruaru Carioca”, o melhor filme do 8º Festival In-Edit Brasil e lançado nos cinemas, TV e Streaming. O curta “Uma Família Ilustre” venceu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro com prêmios em mais 15 festivais nacionais e internacionais. Em 2010 realizou “Angeli 24 horas”, com 12 prêmios. Produziu e dirigiu os médias “Cidades Invisíveis”, “Nós Somos um Poema” e “Nobreza Popular”. Em coprodução com o Canal Brasil produziu a Série.doc sobre vários cineastas com os quais colaborou como Eduardo Coutinho, com quem realizou o documentário “Apartamento 608”.

Lulu Corrêa

Roteiro e direção para ficção

Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Escreveu e dirigiu os documentários “Carvana”, “Como se Morre no Cinema” (Sol de Oro no Festival de Biarritz e vencedor de 11 prêmios nacionais), “A Cidade e o Poeta”, “Machado de Assis”, “Rio, “39,6 Graus” e “Quarentena”. Montadora e assistente de direção, trabalhou com Nelson Pereira dos Santos desde o filme “Memórias do Cárcere”. Assina a montagem de “A Música Segundo Tom Jobim”. Foi diretora assistente nos filmes de Hugo Carvana, com quem trabalhou desde “O Homem Nu”. Recebeu prêmio de Melhor Montagem pelos filmes “Áurea”, de Zeca Ferreira, “O Quinze”, de Jurandir Oliveira, e “Rio de Memórias”, de José Inácio Parente. Atuou como orientadora de roteiro no Revelando os Brasis, no Projeto Animação e no Curta Vitória a Minas, projetos desenvolvidos pelo Instituto Marlin Azul.

Marcia Medeiros

Edição

Mestre em Cinema pelo PPGCine-UFF e esquizoanalista. Trabalha na área de audiovisual desde a década de 90 como diretora e editora. Editou diversas séries para a TV como Vítimas Digitais e Liberdade de Gênero (de João Jardim – GNT), The Voice Kids (Rede Globo), Que Marravilha! (GNT). Dirigiu as séries o Bom Jeitinho Brasileiro (Canal Futura), Capoeira no Mundo (TV Brasil) e Globo Ciência (Rede Globo). Realizou vídeos institucionais para o Ministério da Saúde e para as empresas Icatu-Hartford e Vale, entre outras. Dirigiu e editou videoclipes e videoartes sobre diversos artistas como Pedro Luis, Anna Ratto, Iole de Freitas e Cildo Meireles. É colaboradora em projetos formativos de interlocução entre Cinema, Educação e Práticas de Cuidado: Revelando os Brasis – MINC-IMA (2004 a 2018); Curta Vitória a Minas – Instituto Cultural Vale e IMA; Cinequilombola – IMA – ES; e Cinemar – Casa Jangada-RJ. É associada à Associação de Profissionais de Edição Audiovisual (Edt.) e à Associação Livre em Esquizoanálise (ALEA).

Ana Paula Cardoso

Direção de arte

Responsável pela direção de arte dos longas “Enterre seus Mortos” de Marco Dutra – RT Features/Globoplay; “Barba Ensopada de Sangue” de Aly Muritiba – RT Features/Globoplay; “Praia Formosa” de Julia de Simone (Prêmio de Melhor Direção de Arte no Olhar Internacional de Cinema de Curitiba 2024) – Anavilhanas/Mirada Filmes; “A Febre” de Maya Da- Rin (Indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2021 de Melhor Direção de Arte) – Enquadramento/Tamanduá Vermelho; “Alemão II” de José Eduardo Belmonte – RT Features; “O Pastor e o Guerrilheiro” de José Eduardo Belmonte – Mercado Filmes; “Deslembro” de Flávia Castro (Indicada ao Prêmio ABC 2020 de Melhor Direção de Arte); “Breve Miragens de Sol” de Eryk Rocha; “Aos Nossos Filhos” de Maria de Medeiros; “Gabriel e a Montanha” de Fellipe Barbosa; “Pendular” de Julia Murat; “Casa Grande” de Fellipe Barbosa ( indicada ao Prêmio da Academia Brasileira de Cinema 2016 de Melhor Direção de Arte”; “Avanti Popolo” de Michael Wahrmann e “Aspirantes” de Ives Rosenfeld, dentre outros longas-metragens. Em séries, fez a Direção de Arte de “Noturnos” dirigido por Marco Dutra e Caetano Gotardo para o Canal Brasil (Indicada ao Prêmio ABC 2021 de Melhor Direção de Arte) ; das temporadas 2 e 3 da Série “Questão de Família” dirigida por Sérgio Rezende para o Canal GNT; das temporadas 3 à 9 da Série “Detetives do Prédio Azul” dirigida por André Pellenz e Vivianne Jundi. De 2015 à 2021 coordenou e lecionou no curso de Direção de Arte na AIC Rio – Academia Internacional de Cinema RJ e foi do corpo docente da Escola de Cinema Darcy Ribeiro em 2005 e 2006.

Guile Martins

Som

Natural de Campinas, São Paulo, bacharel em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Mestre em Arte e Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), Guile Martins é sound designer e assina o som de diversos longas-metragens do cinema brasileiro, dentre eles os premiados “Branco Sai, Preto Fica” (2014), de Adirley Queirós, “Carro Rei” (2021), de Renata Pinheiro e “A Queda do Céu” (2024), de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Guile é pesquisador da matéria sonora e seus cruzamentos com as artes visuais, etnografia, música e audiovisual. Atualmente é professor efetivo do Bacharelado em Cinema no Instituto Federal de Goiás e doutorando no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás.

Alexandre Guerreiro

Produção

Professor Adjunto de Direitos Humanos, Inclusão e Educação da UERJ/FFP. Professor permanente na Linha Políticas, Direitos e Desigualdades do Programa de Pós-Graduação em Educação – Processos Formativos e Desigualdades Sociais / PPGEDU/FFP/UERJ. Doutor em Comunicação pelo PPGCOM/UFF, com pós-doutorado em Educação pela FE/UFRJ, no qual desenvolveu a pesquisa Cinema Afirmativo: alteridade, educação e direitos humanos. Mestre em Comunicação pelo PPGCOM/UFF. Bacharel e Licenciado em História pela UERJ e Bacharel em Comunicação Social (Cinema) pela UFF. Integra o grupo de pesquisa Quadro a Quadro: projetando ideias, refletindo imagens, da UFRB. Coordena o Fade In Grupo de Estudos das Formas Audiovisuais, Diversidade, Educação e Inclusão. Produtor de mostras e festivais e de obras audiovisuais. Atuou, por mais de 20 anos, como professor de História e Filosofia na SEEDUC/RJ.

Tomás Camargo

Fotografia

Formado na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, iniciou a carreira como assistente de montagem, em seguida passou para equipe de câmera. Atua desde 2010 no mercado como assistente de câmera, é membro da APACERJ como foquista, acumulou experiências em mais de 20 longas-metragens e séries. Paralelamente realiza projetos autorais tanto de cinema quanto de fotografia documental. Foi contemplado pelo Itaú Cultural com o curta-metragem “8 minutos e 18 segundos”. Fotografou os curtas-metragens “Cartas pela Paz”, “Da Horta ao Horto”, entre outros; e o DVD “Músicas para Saudar Jorge Amado”. Operou câmera no longa-metragem “4 Meninas” (finalizando), e nos programas de TV: “Bela Cozinha”, “Tempero de Família”, “Super Bonita”, “Os Ímpares” e no curta “BR3”.

Cintya Ferreira

Cinema Manual

De São Gonçalo, no Rio de Janeiro, é bacharel em Cinema e Audiovisual pela UFF e Mestra pelo PPGCine-UFF com uma dissertação que foca na trajetória do diretor e ator negro Zózimo Bulbul no contexto histórico da ditadura civil-militar no Brasil. Também participa como uma das organizadoras da Enciclopédia “Cinemas em Confronto: curtas e médias-metragens em resposta à ditadura militar brasileira”. Compõe o Laboratório de Experimentação com Imagem e Som (Kumã) desde 2020 e já coordenou diversos grupos de cinema com professores da rede básica. Trabalha no campo de cinema e educação como oficineira nos projetos Cine Quilombola e Cinema de Griô (IMA) que propõem oficinas e a realização de filmes em comunidades quilombolas do Espírito Santo. Já trabalhou em oficinas

Mariana de Lima

Cinema Manual

Goiana, mestranda no PPGCine-UFF, onde integra o Laboratório Kumã. Pesquisa relações entre cinema e território. Já trabalhou com crítica, curadoria e fotografia. Atua como oficineira nos projetos Cine Quilombola e Cinema de Griô do Instituto Marlin Azul. Integra a Associação Mulheres Coralinas, na cidade de Goiás. Edita, escreve e faz cartazes.