
“Este documentário vem com o desejo latente de tentar oportunizar um [re]encontro com a criança que fomos, com as crianças que somos e, possivelmente, com as crianças que nos permitiremos ser.”
Através de depoimentos e do registro de brincadeiras antigas e atuais, promovendo um encontro entre diferentes gerações no brincar, Helder traça um retrato do espírito e do modo de viver do bairro conhecido como Caixa d’Água, em João Neiva/ES.
Cena da escadaria gravada como exercício, durante as oficinas, com Cintya Ferreira, professora de Cinema Manual, interpretando o menino Pedrinho quando ouve o canto do coral das holandesas.
-

Brincar revoluciona!
Ainda pequena, antes de aprender a falar, a criança brinca. É quase o seu primeiro ato autônomo, simples e imaginativo. Como um rio caudaloso, esta vontade criadora deságua, percorre as pedras, irriga a terra, tornando vivo tudo o que toca. É energia que move, pulsa, aprende, ensina, compartilha, transforma, não…





