Pela manhã estivemos na casa de Dona Mercedes, mãe da Míriam e cunhada de Tio Pedrinho. Ela falou sobre o irmão e sua relação com ele. Quando saiu do quilombo Caxambu, Pedrinho veio morar na casa de Dona Mercedes. No roteiro, ela cozinha uma feijoada que depois virou almoço da equipe. Igualzinho como acontecia (e ainda acontece), tradicionalmente, na família. Quem chega se junta à mesa, sempre com comida farta e muita conversa.
A locação da noite foi na ARPAS, Associação Regional de Promoção e Ação Social, mesmo local onde, anos atrás, tio Pedrinho, atraído pelo canto do coral, entra na sala e a maestrina, missionária holandesa, convida o rapaz para participar.
