Começamos as gravações em Nova Era/MG. O processo de recuperação de si mesma após um grave acidente será representado no filme com recursos de câmera e áudio. Para isso, o fotógrafo Rafael Mazza está usando lentes desencaixadas da câmera, com muito desfoque e cristais que causam distorções e reflexos.
A trilha também ajudará a transmitir o que a personagem viveu, misturando sons em off, diálogos, narrações e até alguns textos de Guimarães Rosa, escolhido pela diretora, que vão costurando a história. A falta de sincronia entre som e o uso da câmera subjetiva no filme vai reproduzir o descompasso mental e nos ajudará a enxergar pelos olhos da diretora.
