Diário de Bordo II

Colatina, a Princesa do Rock

Direção, Roteiro e Produção Nilo Tardin
30/03 a 02/04 – Colatina, ES

Elenco na platéia

Colatina, ES - 07/07

Nilo com Mariana de Lima, editora do seu filme e Patrícia Cortes, produtora de set; abertura da sessão com diretores e parte dos elencos; Marcia Stray, atriz de “O Último Trem”; o diretor Nilo com Lu Maravilha e, na sequência, alguns dos rockeiros “raiz”, de “Colatina, A Princesa do Rock”.

Clima de festival de rock

Colatina, ES - 07/07

Olhando para essas imagens, não parece um festival de rock? Dizem que Colatina tem o segundo pôr do sol mais bonito do mundo. O primeiro? Ninguém sabe ao certo. Foi nesse cenário que estrearam 2 filmes do circuito: “Colatina, A Princesa do Rock”, de Nilo Tardin, e “O Último Trem”, de Fabrício Bertone. Os dois nos levaram de volta ao passado, cada um para uma época diferente.

Os pioneiros do rock em Colatina

Michel Zouain, dono da lendária boate Katmandu; Jet Boy Gil Ayô; Chico Rossi, anfitrião do Festrock; Nilo Tardin, o diretor; Jet Boy Luiz Barbosa; Jet Boy Jessé Guimarães; Moacyr Dalla, dono do Liverpub, e Jet Boy Beto Pato Rouco..

A reunião da banda The Jet Boys

Um dos momentos mais esperados dessas filmagens foi a reunião dos integrantes da primeira banda de rock do Espírito Santo, “The Jet Boys”, na tarde do segundo dia. Dizem alguns que a banda é a responsável pela alcunha de Princesa do Rock, da cidade de Colatina. Os 40 minutos previstos para a gravação dessa conversa, se transformaram em pelo menos 3 horas. Inicialmente o grupo seria formado apenas pelos “jet boys” Beto Pato Rouco, Jesse, Luiz Barbosa e Gil Ayô, fundador da banda junto com Romiques de Oliveira, o Mike, que faleceu em 2015; mas acabaram se juntando a eles Chico Rossi, que cedeu sua fazenda para a realização do Woodsrock colatinense, o Festrock; e Michel Zouain fundador da histórica boate Katmandu, nos anos 1970. Somados, foram mais de 400 anos de história do rock! 

O Criador da Festa do Cafona

O primeiro entrevistado foi Bambam Negrelli, do Studio Young, grupo cultural fundado por ele. Negrelli falou sobre a Festa do Cafona, que começou no quintal de sua casa com 17 pessoas e se transformou num dos maiores eventos da cidade. A gente contou essa história aqui, em detalhes.

Entrando no clima

À noite foram feitos alguns takes do LP que o Nilo preparou para, eventualmente, serem usados nos créditos ou abertura do filme. Já deu pra sentir qual vai ser o clima do filme só pelas imagens!

Chegada a Colatina

Chegamos a Colatina na quarta, dia 29, e já nos reunimos com Nilo Tardin, o diretor. Na sequência, seguimos para aquele passeio de rotina pela cidade para visitar algumas das locações onde acontecerão as gravações nos próximos dias. Nilo está animado, o que não é novidade pra quem já o conhece!

Lia, Entre o Rio e a Ferrovia

Direção, Roteiro e Produção Elisangela Bello 
23 a 25/03 de 2023 – Aimorés, MG

Elenco infantil

Aimorés, MG - 09/07

O numeroso elenco infantil, colegas de classe da personagem Lia, estava eufórico na plateia. Quando se viam na tela, eram gritos, gargalhadas e aplausos! Alegria de criança boa de se ver!

As irmãs “Lia” e as professoras

Aimorés, MG - 09/07

Elisangela Bello na plateia e algumas das professoras, homenageadas na história. As irmãs Mel e a Ana Clara, que interpretam a personagem Lia, jovem e criança, estavam acompanhadas da mãe, Milena, e da tia, Myla.

Chegada em Aimorés

A equipe técnica saiu de João Neiva, no ES, e chegou em Aimorés, em MG, no dia seguinte ao término das gravações do filme anterior. Como de costume, o grupo visitou as locações e, no fim do dia, se reuniu na casa da diretora Elisangela Bello pra reunião inicial quando são repassados o roteiro e plano de filmagem.

O T-Rex e a Pedra Lascada

Direção, Roteiro e Produção Luâ Ériclis 
17 a 20/03 de 2023 – João Neiva, ES

A estreia da família do T-Rex

João Neiva, ES - 06 de julho de 2023

Luã chamou a família em peso para atuar em seu filme. E estava todo mundo na estreia, claro!

T-Rex e Ganga

Também foi dia de estrela para outra prima do Luã, a Vitória, de 7 anos. Ela também encontra o dino bumbá, interpretado por Capinero Abadá. A caracterização do personagem também é de Itamar dos Anjos com a colaboração de Connie.

T-Rex encontra Dara

Hoje a Vitória, de 6 anos, que interpreta a personagem Dara, teve seu dia de estrela. Foram gravadas as principais cenas da personagem, quando ela encontra o dino-bumbá (dinossauro inspirado no boi-bumbá) que confere a ela poderes e uma missão. As cenas foram garvadas no Mundo Novo, na zona rural de João Neiva.

Ganga, Tule e Dara

Vitória, de 7 anos; Luna e Maitê, de 6 anos, passaram pra ticamente a tarde toda brincando/interpretando as personagesn do filme dentro do rio Piraqueaçu.

Dara recebe seus poderes

A cena em que Dara recebe seus poderes foi uma das primeiras a serem gravadas. Vitória, que interpreta a personagem Dara, tem 7 anos e é prima do diretor, Luã.

Elenco em família

As duas mulheres que lavam roupa na beira do rio e são ajudadas pela personagem Ganga em uma das cenas, foram interpretadas por Adriana, a mãe do Luã, e Luciana, a tia. 

Figurino e maquiagem dignos de superprodução

A caracterização da personagem Dara, interpretada por Vitória, é de Itamar dos Anjos, artista plástico e mestre da cultura popular, que mesclou referências afro-indígenas na pintura e no figurino, composto de elementos naturais como galhos e flores.

Visita às locações

A principal locação do filme é o rio Piraqueaçu, no trecho onde existe uma raiz de gameleira que lembra, pela sua forma, a cabeça de um dinossauro. Foi em cima desta raiz, famosa na região, que Luã criou sua história que mistura misticismo, religiosidade e fantasia. Além das margens do rio, Mundo Novo, na zona rural de João Neiva, também será cenário de algumas cenas.

Pré-produção e figurino

Luã nos mandou estas imagens antes de começarem as gravações. Figurino e caracterização dos personagens, maquiagem, cenários e toda direção de arte no filme é criação coletiva de Luã, Connie dos Santos (@cazacon_) e Itamar dos Anjos (@dandarazumbi_).

Um Olhar Para a Maternidade

Direção, Roteiro e Produção Patrícia Alves 
08 a 11/03 de 2023 – Coronel Fabriciano, MG

Grávida no filme, bebê no colo na plateia

Coronel Fabriciano, MG - 14/07

Brenda Paula, que gravou as cenas na cachoeira grávida, no inicio do ano, agora na plateia com seu bebê, Adrian, no colo. Ela também é mãe do Samuel.

Emocionante

Coronel Fabriciano, MG - 14/07

Grávidas e mães subiram ao palco na apresentação da sessão. Na plateia estavam o marido, Azete, e filhos de Patricia, muitos amigos, parte da equipe do Curta Vitória a Minas II que está viajando com o caminhão-cinema e ainda representantes da Vale.

Radiante!

Coronel Fabriciano, MG - 14/07

Assim estava Patricia Araújo, na estreia do documentário “Um Olhar Para a Maternidade”, escrito e dirigido por ela. Patricia enviou sua história para Curta Vitória a Minas nos últimos momentos do período de inscrição. Ainda bem que ela conseguiu! O filme emocionou a plateia!

Onde você morava antes de nascer?

A tarde do segundo dia foi nas ruas do Bairro do Carmo. Crianças de várias idades responderam perguntas inusitadas como onde moravam antes de nascer? Como era lá dentro? Como vieram para este mundo? Uma brincadeira que gerou algumas respostas simples como “eu morava na barriga da mamãe” e algumas bastante divertidas como “eu saí pela porta da mamãe”.
 
A galera da comunidade, claro, adorou acompanhar as filmagens e o dia foi bastante agitado.

Mães na adolescência

Vick e Nanny contaram como é ser mãe na adolescência. Nanny tem 18 anos e acabou de ter seu bebê, o Henry, de 2 meses. Vitória, a Vick, já tem 2 filhos. O mais velho, Davi, tem 4 anos. Ela tem apenas 22. Na última foto estão Patrícia, a diretora, Vick, David e Nanny, com o Henry no colo.

Roda de Conversa no IBM Mãe

A primeira cena gravada foi a roda de conversa, que aconteceu no IBM Mãe, Instituto Brasileiro Missão de Mãe. Comandadas pela psicóloga Marlucy Angela de Morais Evangelista, participaram da roda Rosilaine Maria Osmar Silva, 23 anos, está no quarto mês de gestação de seu segundo filho; Brenda Paula Silva Santos, 32 anos, mãe do Samuel, está esperando o Adrian há 33 semanas; Lorena Caroliny Ferreira Silva, 22 anos, já tem dois filhos, e está esperando a Liz; Ana Caroline Alves de Assis, 34 anos, 2 filhos, está com 5 meses, esperando a Alana; e Angela Aparecida Araujo professora de artesanato no IBM Mãe. Coincidência ou não, esta gravação aconteceu em 8 de março, dia Internacional da Mulher.

Primeiro dia em Coronel Fabriciano, MG

A equipe técnica chegou em Coronel Fabriciano, em MG, na noite de segunda-feira e, já na manhã do dia seguinte, véspera da data marcada para o início das gravações, se reuniu no café da manhã com Patrícia Araújo, a diretora, para rever o planejamento dos próximos dias. Depois do café, o grupo saiu para visitar algumas locações e residências de duas mães que participam do documentário. Ao visitar o mirante da cidade, como era de se esperar, decidiram gravar imediatamente uma cena que já estava prevista no roteiro: o pôr do sol na cidade.

Um Ponto Rotineiro

Direção, Roteiro e Produção Jaslinne de Pyetra
03 a 05/03 de 2023 – Baixo Guandu, ES

Duas atrizes, uma personagem

Baixo Guandu, ES - 08/07

Valquíria Gabler e a pequena Helena Pereira Cruz (de blusa rosa) que interpretaram a protagonista Laura quando jovem e quando criança.

Família e muitos amigos na estreia de Jaslinne

Baixo Guandu, ES - 08/07

Jaslinne com sua mãe, Hosana e o filho Bernardo; com a atriz protagonista do filme, Valquíria Gabler e Elisangela Bello, diretora do filme “Lia, entre o Rio e a Ferrovia”, estreou no dia seguinte; na plateia com o amigo Wandherllon Garcia, que colaborou durante as filmagens; e com amigos no final da sessão.

Noite na piscina

A noite do segundo dia foi na piscina. A locação foi o Espaço Oliveira, cedido por Sebastiana Dalpra da Cruz Benício, a Bah, dona do local. As cenas exigiram um esforço extra da equipe e do elenco. Ana Rezende, a diretora de fotografia, machucou o pé nos primeiros dias de filmagem e estava impossibilitada de entrar na água. Gustavo Louzada, que também é fotógrafo, ficou encarregado da operar a câmera embaixo d’água, orientado pela Ana.
 
Esta cena contou ainda com a atuação de Helena Pereira da Cruz, atriz mirim que interpreta a Laura quando criança. Laura adolescente e Laura menina se encontram várias vezes ao longo da história. Não é incrível a semelhança das duas?

Embaixo do chuveiro

A cena do banheiro foi gravada no segundo dia, na casa da Valquíria Gabler, a atriz que interpreta Laura, a adolescente introspectiva do filme. Valquíria é amiga da Jaslinne, tem 23 anos. Ela é atriz e modelo, mas também é enfermeira e doula! Apesar da idade, ela passa fácil por uma adolescente, não?

A sala que virou quarto que virou set de filmagens

Das opções possíveis, a sala da casa de Jaslinne foi escolhida para as cenas do quarto. Segundo a diretora de fotografia, Ana Rezende, o local tem uma boa luz natural para as cenas, que se passam no amanhecer e à noite. Além do espaço ser maior e acomodar bem a equipe e os equipamentos. A mãe da Jaslinne, Hosana, deu, claro, total apoio e sua sala virou, temporariamente, um set de cinema!

E não é que a equipe resolveu começar imediatamente as filmagens? Sala transformada e as gravações foram noite adentro.

A chegada

A equipe visitante chegou a Baixo Guandu, ES, um dia antes do início previsto para as gravações. Da primeira reunião com a Jaslinne, para alinhar o planejamento, o grupo partiu para conhecer as possíveis locações. As primeiras cenas seriam filmadas no quarto e banheiro da personagem, Laura. O chafariz, na praça central da cidade, também será cenário de algumas cenas.
 
Leia mais sobre o filme e a diretora Jaslinne na sessão Fique por Dentro.

Holerite

Direção, Roteiro e Produção Ademir de Sena
13 a 15/02 de 2023 – Naque, MG

Primeiro filme em Naque

Naque, MG - 13/07

Seu Ademir já era muito querido na cidade. Agora virou mesmo uma celebridade ao realizar o primeiro filme de Naque, município com pouco mais de 6000 habitantes, em MG.

Parentes, atrizes, atores

Naque, MG - 13/07

Atuando no filme estava uma boa parte da família. A irmã no papel da mãe de Ademir; o sobrinho no papel do pai e os netos, claro, como o próprio Ademir e o irmão, Tuca. Já os trabalhadores na estrada de ferro, muitos amigos de longa data. Alguns até estavam, de fato, nesta obra, na época do filme.

“Não adianta fazer cinema se não tiver ninguém para assistir!”

Naque, MG - 13/07

Sábias palavras de Ademir de Sena na estreia lotada de seu filme “Holerite”. Mas isso não foi problema, porque tinha gente até nas varandas do prédio da padaria Ki Delícia, cenário da história que, não por acaso, fica na avenida onde foi montado o cinema.

Brincadeiras de meninos

No fim do dia os três meninos foram para a rua brincar. Três, porque Ademir virou menino também ensinando aos netos como ele brincava aos 13 anos. Os brinquedos que Ademir e o irmão construíam também foram fabricados por ele, hoje, para as filmagens. Na verdade, brinquedos e brincadeiras, já que, na época, qualquer coisa, como um carrinho de madeira usado no trabalho, facilmente virava diversão na mão das crianças.

Só emoção na volta dos meninos no fim do dia

Ainda neste cenário foi feita a cena do fim da tarde: a chegada dos meninos em casa e a entrega do dinheiro das vendas para a mãe. O dia rendeu um dos momentos mais emocionantes desta produção quando, ao final da última cena, após o “corta!”, Miguel olha para o avô e pergunta: “Tá chorando, vô?”. Ele só sorri, com os olhos cheios d’água.

O café da manhã

Filmes que contam histórias de família têm que ter uma cena do café da manhã! Mas que foi gravada depois do almoço. O cenário era a casa de Ademir. A locação foi os fundos da cozinha de um restaurante, que tinha um fogão à lenha, como na época. A ambientação contou ainda com objetos cuidadosamente selecionados por Ademir, como a louça e o moedor de café.

Primeiras cenas

Depois de acertar os figurinos, que são roupas “normais” mas precisam parecer de 1972, começaram as gravações de fato. Primeiro na escola, e depois na padaria do Seu Dodô, onde os meninos compravam o pão para fazer os lanches que vendiam nas obras da ferrovia. Dodô Padeiro, aliás, está interpretando ele mesmo! O nome dele é Joaquim, mas todos o conhecem como Dodô desde 1972, quando já era o dono da padaria que os meninos frequentavam, 51 anos atrás.

Conhecendo as locações

A equipe chegou a Naque um dia antes do início das filmagens. Além de uma breve reunião com Ademir para se inteirar da pré-produção local que, aliás, foi impecável, o grupo conheceu algumas das locações onde seriam feitas as filmagens.

Objetos de Cena e Pré-produção

Ademir cuidou dos mínimos detalhes antes do início das filmagens. Os objetos usados na época (1972) e o caminhão serão usados no cenário e nas cenas do filme que começa a ser gravado, segunda, 13 de fevereiro de 2023.

Santa Cruz

Direção, Roteiro e Produção Rita Bordone
08 a 10/02 de 2023 – Ipatinga, MG

Estreia de Santa Cruz, de Rita Bordone

Ipatinga, MG - 12/07

Talvez o momento mais esperado seja o elenco reunido no palco para a apresentação do filme, antes da exibição. A noite teve ainda as presenças ilustres de Ademir de Sena e Patrícia Araújo, também diretores do Curta Vitória a Minas II.

Cinema no Parque

Ipatinga, MG - 12/07

Sessão lotada no cinema montado dentro do Parque Ipanema, em Ipatinga. Na segunda foto, Rita e a sobrinha Mariana, que a interpreta no filme; e na foto seguinte, a atriz Luzia De Resende, que interpretou a protagonista, Dona Totinha.

Ufa! Missão cumprida

E foi isso! Encerramos com nossa equipe (quase) completa!

Trilha sonora

Por último, mas não menos importante, à noite foi a gravação da trilha do filme com o coral do EJA da Escola Municipal Professor Mário Casassanta. O grupo interpretou lindamente a música que a mãe de Rita costumava cantar em casa.

As cores do congado

A tarde do terceiro e último dia de gravações foi com o Congado Mirim Nossa Senhora do Rosário, em Ipaneminha, distrito de Ipatinga, MG. No filme, a personagem Rita se encontra com as crianças do congado e se encanta com outras muitas fitas coloridas.

Falamos mais sobre o Congado Mirim, nesta matéria.

Passeio pela vila

O segundo dia de filmagens foi todo cenas externas, quando Rita passeia pela vila onde mora, contemplando as cruzes coloridas nas portas das casas. Apesar do calorão que fez o dia todo, o clima do filme é de sonho. Rita (a verdadeira), em homenagem e, ao mesmo tempo, agradecimento, convidou D. Eva e Seu José para uma participação especial no filme, na varanda de uma das casas. E o convite foi aceito na hora!

Cenas noturnas

O dia foi longo e ainda faltavam as cenas noturnas. Acontece que nem sempre dá para esperar a noite cair num set de filmagens. A produção, então, precisou “fabricar” a luz da lua com iluminação artificial na janela para que, dentro de casa, já fosse noite, quando Rita e seus irmãos ajudam sua mãe a desfolhar as cruzes do ano anterior para enfeitá-las novamente para a festa que está por vir. Antes de dormir quando, aí sim, já era noite, a sonhadora Rita olha o céu.

O sítio de D. Eva e Seu José

Esse cenário lindo que virou, não só a casa da Rita na ficção, mas também a vila onde ela morou, é o sítio da Dona Eva e do Seu José (saiba mais sobre eles nesta matéria). No fim da tarde a produção contou ainda com um figurante temperamental, o cavalo, que acabou fugindo do set e teve que ser resgatado.

A tarde do café da manhã

A cena era do café da manhã, mas levou praticamente o dia todo para ser filmada. Com 5 personagens atuando, cada fala ou detalhe exige várias tomadas, de diferentes ângulos. E haja disposição dos atores para repetir cada cena um monte de vezes!

Comidas

Também a comida servida em cena foi preparada no set. Mesmo que nem sempre fosse comida de verdade!

O Último Trem

Direção, Roteiro e Produção Fabrício Machado Bertoni
27 a 29/01 de 2023 – Colatina, ES

Elenco na platéia

Colatina, ES - 07/07

Nilo com Mariana de Lima, editora do seu filme e Patrícia Cortes, produtora de set; abertura da sessão com diretores e parte dos elencos; Marcia Stray, atriz de “O Último Trem”; o diretor Nilo com Lu Maravilha e, na sequência, alguns dos rockeiros “raiz”, de “Colatina, A Princesa do Rock”.

Afrânio Serapião, autor das imagens do trem

Colatina, ES - 07/07

Fabricio Bertoni com Afrânio Serapião, autor das fotos históricas que serviram de “cenário” para o filme “O Último Trem”. O fotógrafo estava na plateia, ao lado da esposa, da filha e dos netos.

Clima de festival de rock

Colatina, ES - 07/07

Olhando para essas imagens, não parece um festival de rock? Dizem que Colatina tem o segundo pôr do sol mais bonito do mundo. O primeiro? Ninguém sabe ao certo. Foi nesse cenário que estrearam 2 filmes do circuito: “Colatina, A Princesa do Rock”, de Nilo Tardin, e “O Último Trem”, de Fabrício Bertone. Os dois nos levaram de volta ao passado, cada um para uma época diferente.

Equipe

Nossa equipe completa! Na fila de trás, Fernanda Moreira, mãe do Lucas, que fez uma participação no filme e Yasmin Marques, técnica de som. Na fila do meio Patricia Cortes, nossa produtora; André da Costa Pinto, cineasta e consultor de roteiro e direção de atores; Rafael Mazza, diretor de fotografia, Márcia Strey, atriz que interpreta a mãe; Kaio Henrique, assistente de produção local. Na frente, os atores mirins, Lucas Nunes Borghi e Davi Lopes Légora e, com a claquete, o diretor, produtor e roteirista Fabricio Machado Bertoni.

Estúdio

As imagens do trem, que hoje não passa mais no centro de Colatina, serão feitas através da montagem com fotos históricas. Por isso os personagens foram fotografados em estúdio e as cenas serão montadas posteriormente.

Elenco

Nosso elenco: os meninos Lucas e Davi e a mãe, a atriz Marcia Strey. Na primeira foto com Fabricio, o diretor.

Nossas anfitriãs em Itapina

Na foto a família que, além de ceder a casa para locação, recebeu nossa equipe:  Dona Fia, sua sobrinha Márcia, sua cuidadora Gizeli e sua filha Mayra, além de Patrícia e Simony, produtoras do IMA. Gizeli, que vendia manga na estação quando criança, assim como os meninos do filme, foi quem cozinhou as cocadas no set.

Externas no jardim

As cenas no jardim, onde as crianças jogam bolinha de gude (que o Fabrício também teve que ensinar), e o quarto dos meninos.

Objetos de cena

Os objetos antigos que já existiam na casa de Dona Fia e foram utilizados em cena.

Cozinhando cocadas

As cocadas vendidas na estação já estavam prontas e foram feitas, na véspera, por Dona Maria Dulce, mãe do Fabrício. Mas era preciso gravar a cena da mãe cozinhando. Quem ficou, então, com a tarefa de refazê-las em cena foi Gizeli. Uma curiosidade: Gizeli vendia manga na estação quando criança, assim como os meninos do filme vendem as cocadas.

Reciclando Vidas e Sonhos

Direção, Roteiro e Produção Ana Paula Imbert
24 a 26/01 de 2023 – Ibiraçu, ES

Segunda parada, primeiro filme do circuito

Ibiraçu, ES - 04 de julho de 2023

Noite enluarada na estreia de “Reciclando Vidas e Sonhos” em Ibiraçu, ES. A segunda noite do circuito lançou o primeiro filme do Curta Vitória a Minas, da diretora Ana Paula Imberti. O documentário mostrou o trabalho e a vida das coletoras e coletores de material reciclado da ASCOMÇU.

Roda de conversa

Gravação da roda de conversa onde as coletoras e coletores falam de como encaram este trabalho, de suas experiências e como a coleta seletiva e a conscientização mudaram suas vidas.

As histórias de vida

Que cenário incrível é esse galpão da ASCOMÇU! Fundada há 8 anos por um grupo de mulheres, a ASCOMÇU é a Associação de Coletores (hoje homens e mulheres) de Materiais Recicláveis do Município de Ibiraçu, no ES. A Associação é cenário e motivação para a história da Ana Paula, que vai contar não só o trajeto do material recolhido na cidade como também a história de vida dessas mulheres e homens.

As histórias do lixo

Após a chegada, o material segue para a separação nas esteiras. A sequência rendeu histórias curiosas como a de uma mulher que escondeu suas jóias no fundo do saco de lixo do banheiro. Eis que a faxineira tirou o lixo do banheiro e colocou pra fora. Adivinhem o que aconteceu?! A patroa, desesperada, foi atrás de suas jóias no galpão.

A chegada do caminhão da coleta

O filme vai acompanhar o trajeto do material reciclável desde a coleta nas ruas até suas destinações finais. Mas a gente sabe que um filme nem sempre (ou quase nunca) é gravado de forma linear. No primeiro dia foram feitas as cenas do caminhão chegando abarrotado no galpão e o material sendo previamente separado. As cenas acompanhando o caminhão serão gravadas posteriormente.

Primeiro dia de gravações

As primeiras cenas, filmadas hoje, acompanham o trajeto do lixo reciclável desde a coleta nas ruas até a prensagem no galpão. Aliás, que cenário incrível que é esse galpão! A sequência da esteira rendeu muitas histórias como a que uma mulher escondeu as jóias dela no fundo do saco de lixo do banheiro. Eis que a faxineira tirou o lixo do banheiro e colocou pra fora. Adivinhem o que aconteceu?! A patroa, desesperada, foi atrás de suas jóias no galpão!

A estreia na direção

Estavam todos ansiosos para o início das gravações, mas para nossa diretora estreante esse momento é ainda mais especial. Na primeira cena, Rafael Mazza, diretor de fotografia, dá umas dicas para Ana Paula, autora da história “Reciclando Vidas e Sonhos”, que logo já está à vontade, passando as instruções para os personagens.

Bicicleta Envenenada

Direção, Roteiro e Produção Luciene Crepalde (Dezinha)
20 a 22/01 de 2023 – Nova Era, MG

Homenagem

Nova Era, MG - 15/07

“A Associação dos Amigos do Bem dos Moradores do Bairro Morada dos Heróis presta esta singela homenagem a Luciene Crepalde pela sua história de vida narrada no filme ‘Bicicleta Envenenada’. Você é o nosso maior patrimônio cultural.”

Homenagem que Dezinha recebeu dos moradores do bairro onde mora.

Família e amigos de Dezinha

Nova Era, MG - 15/07

Dezinha com os pais; com o marido, filhos e a neta; com a sanfona, Eliomar Gaeteiro, que fez a trilha sonora para o filme; Dezinha e o amigo Afrânio.

Estreia e tapete vermelho

Nova Era, MG - 15/07

No tapete vermelho: a Dezinha original; a Dezinha no filme, Manu, e uma de suas irmãs na história; Mayra Eduarda e Vitor Martins, que interpretam Dona Joana e Zé Domingues, mãe e pai de Dezinha. Na última foto, D. Joana e Dezinha no palco.

A equipe em Nova Era

Nem só de equipe técnica e elenco se faz um filme. A galera da produção (e pré-produção) que Dezinha conseguiu reunir na cidade compôs com a técnica e os atores uma equipe nota 10! Sem a colaboração fundamental e o apoio dedicado dos amigos, família, colegas de trabalho e do comércio local essa empreitada não seria possível. E não podemos deixar de mencionar Eliomar Gaiteiro, o sanfoneiro que criou uma música especialmente para o filme.

Locações internas e externas

Além da casa de D. Ione, cenas externas foram rodadas na feira local e no trajeto que a personagem faz indo e voltando de sua casa até a cidade, na bicicleta com seus pais. Os três na mesma bicicleta! Por sorte a chuva deu uma trégua durante as filmagens. Dezinha jura que foi o sol que ela desenhou no chão do terreiro.

Mãe, pai e Dezinha na vida real e na ficção

Seu Domingues e Dona Joaninha, pai e mãe de Dezinha são interpretados por Vitor Martins Santos e Mayra Eduarda. Os dois trabalham na prefeitura municipal de Nova Era. Vitor tem 35 anos e é motorista da secretaria da saúde, Mayra tem 32 anos e é operadora de ETA – Estação de Tratamento de Água. Emanuelle Camile Gonçalves Oliveira, a Manu, tem 9 anos e interpreta Dezinha quando criança. Durante as filmagens elas descobriram que o pai da Manu é primo da Dezinha. Ou seja, Dezinha menina e Dezinha real são primas!

A casa da infância

Parte das gravações aconteceu na casa da Dona Ione que, além de locação, foi a base da equipe durante os 3 dias de filmagem. O lugar é praticamente como era na época da infância de Dezinha: o leite tirado da vaca no quintal, o queijo feito em casa (que a própria D. Ione fez pra cena do café da manhã) e a horta (de onde ela tirou essas taiobas maravilhosas que viraram almoço da galera no último dia).

Detalhes de época

Dezinha tomou cuidado com os detalhes da produção de arte. Objetos e costumes da época, a década de 80. O café da manhã na roça com o queijo feito em casa e o fogão a lenha.

Primeiro dia de gravação

20/01/2023

Começaram as gravações! Fazem parte da equipe do IMA que está em Nova Era o diretor de fotografia Rafael Mazza, a técnica de som Yasmin Marques, Patricia Cortes na produção e Gustavo Louzada, fotógrafo, registrando tudo em fotos e vídeo. E claro, a diretora, Luciene Crepalde, a Dezinha em pessoa e sua incrível equipe local.

Ficha de Inscrição

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